Até o início dos anos 40 Auschwitz era uma pequena e pacata cidade alemã com aproximadamente 13 mil habitantes. Isso até a data de 20 de maio de 1940, quando Auschwitz ficou conhecida na História por abrigar o maior campo de concentração durante o regime de Hitler.
Auschwitz converteu-se no centro de um conjunto de quase quarenta campos e sub-campos de concentração. Ficou famoso por ser visto como depósito de pessoas, as quais eram torturadas, mortas nas câmaras de gás e nos crematórios. Acredita-se que no auge do Holocausto, em 1944, 6 mil pessoas por dia eram assassinadas em Auschwitz, tornando-se então sinônimo de genocídio de judeus e outros grupos perseguidos pelos nazistas.
De acordo com Anita Lasker, uma sobrevivente de Auschwitz, ao chegarem no campo de concentração, um médico e um comandante perguntavam a idade e o estado de saúde dos prisioneiros e, posteriormente, encaminhados para a fila da direita ou da esquerda, que tinham como local de destino os aposentos ou o crematório. Aquele que dissesse que tinha algum problema assinava sua sentença de morte, pois ia direto para o crematório.
Inicialmente o campo de Auschwitz era uma prisão para presos políticos, mas com o passar do tempo a SS institui modificações e instituiu as câmaras de gás com o mortífero e famoso Zyklon B. Esta substância era utilizada para matar ratos e desinfetar navios, em contato com o ar, desenvolve gases que matam em cerca de minutos. Depois disso os corpos eram cremados.
Aqueles que não eram mortos, tinham obrigação de trabalhar em demasia e a expectativa de vida chegava a meros três meses. “A cada semana era feita uma triagem, as pessoas tinham de ficar paradas durante várias horas diante de seus blocos. Aí chegava Mengele, o médico da SS. Com um simples gesto, ele determinava o fim de uma vida com que não simpatizasse”, relata Charlotte Grunow, outra sobrevivente do Holocausto.
No ano de 1945, o Exército Vermelho libertou Auschwitz. Ante de sua chegada a SS implodiu as câmaras de gás e evacuou os campos, escorraçando os prisioneiros. Eles eram obrigados a marchar sem rumo para um destino indefinido que nunca chegava. Os que não estavam em condições de manter a caminhada eram executados a tiros. Com isso pode-se imaginar que milhares de corpos ficaram pelo caminho.
Mas há quem não acredite nisso e que veja Auschwitz como campo de trabalhos forçados, onde causas naturais, como a tifo e outras doenças, mataram mais do que as não-naturais. Vejam como infundadas as afirmações de câmaras de gás e que fotografias foram modificadas. Pra saber mais sobre essa outra história basta clicar aqui.






Tem gente que ainda acredita que isso não ocorreu? Não apenas a questão de campo de trabalho forçado, mas o idéia de testes químicos e médicos…
Existe, Barão! Nas pesquisas tem uma corrente a qual diz que não era possível construir as câmaras de gás, que fotos usadas para divulgar os campos de concentração (com o povo magérrimo e doente) eram na verdade fotos de enfermarias da guerra, dentre outras “curiosidades”.
Complicado!
Auschwitz é na Polônia!