Joana d’Arc é uma das poucas figuras femininas que ilustram a História e, devido a seus feitos, tornou-se ícone da França, sendo sua santa padroeira.
Joana d’Arc surge durante a Guerra dos Cem Anos, onde a Inglaterra e a França lutam por territórios. Tudo começa quando o rei da França, Carlos 4º falece. A partir daí, Eduardo 3º, rei da Inglaterra, alega ter direito sobre o trono francês, uma vez que sua mãe era irmã de Carlos 4º. Além disso, os nobres também disputavam terras porque a Inglaterra já dominava alguns feudos franceses. A França entrega o trono a Felipe 6º, primo de Carlos 4º.
Joana é a filha caçula de Jacques d’Arc e Isabelle Romée, camponeses humildes, modestos e analfabetos. O pai cultivava a terra e a mãe cuidava dos afazeres domésticos e dos cuidados com o marido. Joana, ainda menina, foi educada com mandava o protocolo: ser mulher, dona de casa, cozinhar, fiar e costurar. Além destes atributos, a menina tornou-se muito religiosa, indo a igreja quase todos os dias. Por se identificar com a religião, eram freqüentes as fugas do campo, onde ajudava a família, para a igreja.
Não podia dar em outra: depois de tanto tempo na igreja, aos 13 anos, Joana começou a ouvir vozes. Acreditando que as vozes fossem de anjos ou santos, ela passa a obedecê-las. Primeiramente, as vozes lhe dizem para ter uma vida devota e piedosa, orientação seguida pela menina. Aos 16 anos, as vozes passam a dizer que ela deve ir ao exército francês, coroar Carlos 7º como rei, e expulsar os ingleses da França.
Mandamentos divinos devem ser seguidos a risca, Joana então vai até o capitão da guarda real solicitar escolta para encontrar-se com Carlos 7º. O capitão nega, mas com o passar do tempo e com a perseverança de Joana, acaba cedendo. Carlos 7º recebe Joana, a qual é interrogada por teólogos, verificada sua virgindade, consegue um exército de cinco mil homens com os quais enfrenta e vence os ingleses em Orléans. Joana segue vencendo diversas batalhas que levam até a cidade de Reims, onde Carlos é coroado rei.
Com a coroação Joana pára de ouvir as vozes e decide regressar à sua casa. Carlos 7º e o exército insistem para que ela fique e continue lutando. Joana cede e acaba sendo ferida e presa pelos inimigos e entregue aos ingleses. Acusada de bruxaria é condenada a fogueira. No dia 30 de maio de 1431, Joana d’Arc é executada em praça pública, após queimada, suas cinzas são jogadas no Rio Sena.






Essa é uma das histórias da história que mais me fascina… acertaram em cheio na indicação. Não conhecia esse link do youtube que colocaram. Vi apenas o filme do Luc Besson, embora eu soubesse da existência de um anterior!
Vou conferir esse!
Obrigado!
A historia dela e realmente intrigante, sera que ela ouvia vozes mesmo ou era doente mental? de quaquel forma dava para se escrever um livro bacanal levando em conta que ela fosse apenas doente, imagine o plot que legal ficaria!!! abraços
Pois é Marcos, sempre fico nessa dúvida…
De fato seria muito bom se fizessem um filme, ou livro, ou série, ou HQ. Que explorasse essa idéia de que Joana D´Arc fosse maluca ao invés de abençoada.
Alguém saberia dizer se essa plot já foi explorada?
Esse da ai mereceu um “Visão Histórica Drops” q eh um assunto mto intrigante.
Sempre fui pensativo em relação a estes fatos históricos envolvendo “milagres”, porem algo que sempre me intriga, é que grandes vencedores de grandes guerras, salvo alguma excessão, sempre ouviam vozes ou dizem ser enviados de Deus, não afirmo nada mas vendo com os olhos de um curioso, será que podemos concluir uma relação nisso? Será que a esquizofrenia ajuda, no raciocínio logico em batalhas? Ou talvez, e se o que nossa ciência de hoje chama de esquizofrenia, não seria algo real? E se realmente essas pessoas estiverem falando a verdade, a física quântica está muito próxima,ou não, de comprovar a existência de outros Multiversos, e o que existe nesses outros universos ninguem sabe… A informação esta ae, só não concordo com o endeusamento que se da a este fato, mesmo pelo lado religioso ou pelo lado setico. Qualquer investigador que se prese deve ser imparcial, em todos momentos. Então não a condenaremos como louca, tão pouco como santa.
Nos atentaremos aos fatos.. e existe muitos…
Segundo sua historia, ela, uma fanática por religião, tendo uma comportamento, auto destrutivo, sintomas de depressão eram visivelmente notados. O que caracteriza um quadro de no minimo alguma doença mental o que levaria ao quadro de esquizofrenia. Entretendo, nunca soube de doença mental que ensina as pessoas a manipularem espadas ou armar de guerras medievais…
Concordo que os grandes generais, Hitler, Napoleão, entre outros, tinham o dom de liderança em batalha. o que também pode ser constatado em Joana, porem esses lideres tiveram treinamento para tau feito, foram basicamente criados para isto. O que não ocorre com Joana, ela sai de dona de casa para concelheira de guerra sem treinamento algum, e em pouquíssimo tempo.
Emfim, as evidencias são tantas e pendem para os dois lados. sem que de fato chegamos a uma conclusão imparcial do fato, quem for religioso irá acreditar em milagre, quem for setico ira acreditar em doença… e haverá pontos para se apoiar as duas teorias, mas será que um dia chegaremos a resposta, o que de fato foi Joana D’Arc?