
Toppera, Japoneys e Professor (descanse em paz, nosso herói de guerra) discutem a maior batalha travada após a Segunda Guerra Mundial, onde os comunistas da União Soviética e os capitalistas dos Estados Unidos lutaram pela hegemonia de seus regimes econômicos. Neste episódio você vai aprender mais sobre a Guerra do Vietnã, a organização política do sudeste asiático, os motivos que levaram ao conflito militar e o seu desfecho. Além disso, vai descobrir (ou não) como a CIA monitora e tenta sabotar qualquer tentativa de registro sobre tal guerra… certo, Professor? Ouça, tente aprender algo e divirta-se!
Fale com a Equipe Histórica! Envie suas impressões sobre este programa, sugestões, dúvidas ou críticas para o e-mail contato@historica.com.br
iTunes
Para receber os Podcasts do Histórica no iTunes, clique aqui. Para outros agregadores, clique aqui.





Fala ae, novamente eu primeiro. Tou zuando. rs…
Qm naum aprende com a historia esta fadada a repetir. Católicos falando q o Judaísmo e o Islamismo são "câncer da huminidade", assim como o EUA falando q "os comunismo e os terrorista (Islamistas)". Faz essa lavagem cerebral des de criança nos próprios filhos dele sendo totalmente preconceituosos, isso eh visto mto nós filmes atuais. Fazer o q esse super-PATRIOTAS tomaram na c* pra aprender. Abraços!!!
Segundinho…
Finalmente eu entendi a guerra do Vietna. E como sempre puxando pro lado dos HQs (gibi), existe nesse formato de midia otimas historias, por exemplo: Dong Xoai, Vietnam 1965 que narra o maior conflito entre o exército do Vietnã do Sul e a Frente de Libertação Nacional, os Viet Congs. Temos também "Conflito Do Vietnã" lançado pela Abril em 1989. Não posso deixar de comentar uma historia do Will Eisner chamada O Último Dia no Vietnã, que é uma coletania de historias. E paralelamente a industria de quadrinhos lançou nessa epoca do Vietnã vários personagens dentre eles temos o Tony Stark (Homem de Ferro) como "vitima" dos vietnamitas, porem superando-os com seu poder intelectual e criando a armadura. Os anos 60 e os protestos contra a Guerra do Vietnã atropelam o "Capitão America" que tem que se adaptar, arrumando um parceiro negro, do Harlem – ele não consegue recuperar o apelo que tinha antes do Vietna sair da "moda".
Guerra um tema facinante, vocês poderiam ter um tema especial sobre as guerras no mundo.
Parabens.
Agora sim, GERRA!!!
Muiitooooooooooooooooo Bommmmmmmmmmmm !!!
Até quando estes caras vão consegui invadir países com esta desculpinha de levar a demogracia?!?!?!
Caras, vocês tão fodas… mandando muito bem !!!
P.S. no comentario do podcast anterior cliquei duas vezes em enviar e acabou ficando com dois comentarios iguais… Foi Mal !!!!
Que música toca no final do Podcast?
A música chama-se “Bring the boys back home” (Traga os garotos de volta pra casa). Essa expressão era muito suada em cartazes de protesto contra o envio de soldados americanos para a Guerra do Vietnã.
Alexandre Severo, 26 anos, designer gráfico, São Paulo-SP
Excelente episódio, não tem do que reclamar, o problema maior de tudo isso eram os Americanos se sentindo os deuses enquanto tudo era televisionado mostrando o terrível combate desumano.
Agora um dos fatores importantes citados foi justamente a opinião pública onde designers começaram a intervir com cartazes como este de Seymour Chwast http://migre.me/5YkGj End Bad Breath é seu nome, a ideia é bem clara.
Em todas as guerras comunicadores visuais foram de grande excelência pela sua capacidade de enviar as notícias para o povo na surdina, foi o que aconteceu justamente nas guerras mundiais. Porém não quanto a esta guerra em específico, teriam mais detalhes referente aos movimentos contra a guerra?
Por coincidência, hoje publiquei um post falando sobre a revolta popular e as manifestações contra a Guerra do Vietnã, ocorridas em 1967 nos Estados Unidos. Tem o texto da matéria do Jornal do Brasil, uma breve passagem onde falo sobre o papel das imagens (foto/vídeo) nas guerras e alguns vídeos interessantes das manifestações.
Confira em http://historica.com.br/hoje-na-historia/22-de-outubro-de-1967-cem-mil-pacifistas-pedem-paz-no-pentagono