Podcast

1 de dezembro de 2010

Visão Histórica 017 – Revolução Francesa – Parte I

Visão Histórica 017 - Revolução Francesa - Parte I

A Revolução Francesa teria sido a revolução dos burgueses ou apenas uma turma enfezada com fome e com frio que resolver descer a porrada em qualquer um que tivesse um pão? Essa é uma das perguntas sem sentido que vamos responder em meio ao extenso conteúdo sério deste programa. Toppera, Japoneys e Professor conversam sobre a Revolução Francesa, destacando os eventos importantes e os personagens que tiveram papéis de destaque na série de eventos que viria a transformar o pensamento humano (de novo) e moldar muito do que é a sociedade atual. Como o papo foi longo e seria impossível cortar a História, decidimos por separar o assunto em duas partes, que irão ao ar em sequência. Ouça, divirta-se e tente aprender algo. Agora é outra História!

NOTA: Por ser um assunto muito extenso e cheio de detalhes e personagens, dividimos a Revolução Francesa em duas partes. Após ouvir este episódio, confira o Visão Histórica 018 – Revolução Francesa – Parte II

e-mail

Fale com a Equipe Histórica! Envie suas impressões sobre este programa, sugestões, dúvidas ou críticas para o e-mail contato@historica.com.br

iTunes

Para receber os Podcasts do Histórica no iTunes, clique aqui. Para outros agregadores, clique aqui.



Sobre o autor deste post

Gabriel Perboni
Gabriel Perboni é o fundador e editor-chefe do Histórica




Promoção Histórica
 
Gostou? Leia mais
 

 
Marselhesa

30 de julho de 1792: Nasce A Marselhesa

Em meados de Abril de 1792, os franceses declararam guerra contra os austríacos. Nessa ocasião, o prefeito de Estrasburgo, cidade situada na região leste da França, às margens do rio Reno, pediu a um de seus oficiais que c...
por Gabriel Perboni
2

 
 
Stanley Jordan

28 de julho de 1794: Liberdade, Igualdade, Fraternidade e Sangue

Em 28 de Julho de 1794, o grande líder da Revolução Francesa, Maximilien de Robespierre, viu chegar o fim de seu sonho de liberdade, igualdade e fraternidade. Quando jovem, ainda na faculdade de direito, Robespierre foi igno...
por Gabriel Perboni
2

 
 
bastilha

14 de julho de 1789: A Queda da Bastilha

A invasão do povo francês à Bastilha não foi, como muitos imaginam, um movimento de pobres camponeses revoltados com a opressão de um rei tirano e sedentos por liberdade, igualdade e fraternidade. É fato que o Rei Luís X...
por Gabriel Perboni
2

 




53 Comentários


  1. Ahá!
    Já vou colocar no meu mp4 e torcer para não colocarem fogo em meu ônibus.
    Ah! Bem que poderia aproveitar a onda de revoluções e falar um pouco sobre a Revolução Mexicana. Perguntaram sobre ela no vestibular da UFRJ e eu fiz que nem o Órfão quando viu no vestibular perguntando sobre Solano López: "Que raios foi essa Revolução?"

    Volto depois de ouvir no 234 (Recreio – Rodoviária).


  2. Phillipe Forte

    Vou ouvir aqui msm no trabalho. Se for demitido vou falar pro meu patrão q foi culpa do Visão Historica. rs


  3. Renata Gabriel

    Vejo que fizeram a lição de casa, no que diz respeito à filosofia iluminista. Quase não sobrou nada pra falar…rsss.

    Realmente Kant foi muito importante, tanto que muitos estudiosos dividem a história da filosofia em: antes de Kant e depois de Kant. No texto "Resposta à pergunta: o que é o esclarecimento", ele delineia os passos para a trajetória rumo ao esclarecimento, que é quando o homem sai de seu estado de 'minoridade' pro estado de 'maioridade' (intelectual, claro!!!).

    Além de trabalhos na área do conhecimento, e da estética, Kant terá uma relevância muito grande pra constituição da Declaração Universal dos Direitos do Homem, que vcs mencionaram, visto que um dos artigos presentes retrata exatamente a preocupação do filósofo com a questão da liberdade e da responsabilidade, que ficou conhecido como IMPERATIVO CATEGÓRICO, que seria mais ou menos: faça com que a sua ação possa se tornar uma lei universal. Tal lei moral seria imprescindível como norteador do comportamento humano.

    Mas não podemos esquecer dos contratualistas ROUSSEAU, LOCKE e ainda de MONTESQUIEU. Foi o pensamento desses filósofos que inspirou toda a onda de revoluções do século XVIII e XIX. No que diz respeito a Rousseau a questão se torna ainda mais latente.

    No texto premiado pela Academia de Dijon, "Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens", o autor procura determinar as origens da desigualdade social, demonstrando como o ser humano estruturou as primeiras comunidades, como surgiram os sentimentos que hoje conhecemos muito bem, como vingança, ódio, inveja, etc. Mais do que no "O contrato social", Rousseau consegue descortinar as questões políticas de sua época, de modo que ainda hj, a obra se mostra atual, pelo seu universalismo e perenidade.

    O final do texto é quase um Apocalipse bíblico, qdo ele descreve os problemas sociais, apontando a revolução (quebra do contrato) como a única saída possível (que os revolucionários da França entenderam bem).

    Sem querer entrar na parte II, até pq não sei o que vão dizer, mas tendo em vista o desfecho da Revolução Francesa, me parece que o pensador, mais uma vez foi um visionário: o contrato sempre se iniciará de maneira desigual, mesmo após a revolução, sempre haverá uma classe que defenderá seus privilégios.

    Então, qual a solução? Não conseguimos responder a isso com o "bom selvagem" de Rousseau, mas através de um pensamento mais antigo e defensor do absolutismo (ironia). Talvez não haja solução, como ainda não há hj, pq a questão é quem constitui a sociedade: o homem. É o que eu sempre digo: Hobbes sempre esteve certo….


    • Phillipe Forte

      Q aula!!!
      Concordo q sempre haverá pessoas defendendo seus interesses. O q aconteceu da Revolução Francesa foi amos tinha o msm inimigo, a nobreza. O proletariado qria a manutenção de sua familia e os burgueses a vontade de ser enriquecer e ter voz política de um nobre. Obviamente poderia ser evitado mas ngm nunca tem noção de um revolução atê ela acontecer.


      • Renata Gabriel

        Isso foi um elogio???rsss

        Na verdade, toda a política é uma simples reprodução do mesmo esquema. Isso ficou muito claro pra mim qdo li 1984: o que muda é quem vai ocupar o poder com a ajuda do povo, seja a nobreza, seja a burguesia, ou nos nossos termos, a classe alta ou média… mas o povo continuará a ser sempre povo, mesmo nas grandes revoluções, como a francesa. Isso pq quem se mantém no poder sempre cria meios para que este ciclo se repita de tempos em tempos, o que muda são as formas que proporcionam esta reprodução.


        • Phillipe Forte

          Concordo. A historia confirma isso. Na reforma agrária da Rússia (se não estiver errado) aonde as terras "foram" divididas para o povo. Não demorou mto pra voltar para os ricos. Pois ele tem varias vantagens administrativa e de liderança (isso esboçando minha humilde opinião), já a classe mais baixa não soube administrar e nem vende o seus próprios produtos sobressalente. Claro isso eh apenas um exemplo.


          • Renata Gabriel

            Hummm… não acho que a classe baixa não saiba administrar ou não tenha espírito de liderança, a questão é que não foi dado a ela a oportunidade de desenvolver isso. A maior parte da população é uma massa inerte, amorfa, apática, alheia a tudo (acho que até ja disse isso em outros comentários, mas é a mais pura verdade). A culpa é deles? É de quem está no poder? É nossa? Por isso que digo que é um círculo vicioso: pra mudar a sociedade temos que mudar as pessoas, mas estas não mudam se a sociedade não muda… e…


          • Acho que o que faltava, e continua faltando é informação. O poder esteve e está na assimetria de conhecimento. Quem o tem, quer continuar a ser o único a ter. Acho que não é uma marca da Revolução Francesa, mas a liberdade de expressão e de imprensa era e ainda é combatida no mundo inteiro, por medo de causar revoluções culturais que mudem a dinâmica de poder.

            Mais uma vez, a história se repete. All over the world….


          • Renata Gabriel

            Sim, concordo. Não diz respeito somente à Revolução Francesa. O que estávamos falando aí em cima é que a história deveria servir pra nos mostrar um caminho melhor e o que vemos é a sua repetição. E claro, pq quem está no poder desenvolve meios de permanecer. Dificultar o acesso à informação e ao conhecimento é a principal forma de manter o povo sob controle, pq eles nem percebem o que está acontecendo…


    • Também senti falta do Rosseau.

      Pior que eu li seu comentário imaginando como seria a leitura dele feito pelo Japoneys. Tenso.


  4. "RIR ALTO" já virou SINÔNIMO de @VisaoHistorica.

    De onde voês tiram essas coisas de Tartarugas-Ninja?

    Quase acordei a casa inteira (mãe, pai e irmão) ouvindo antes de dormir…

    Mandei e-mail e não vou colar aqui, porque isso não se faz!

    Abraço Gabr.. digo, Toppera, Japoneys, Professor inominável e menina sem rosto, nome e documentos.


  5. Phillipe Forte

    Falar de futebol: Topeira foi o narrador. Professor comentarista do juiz e Japa foi comentarista dos fatos. rs
    Foi mto engraçado. E bem produzido naum deixando nenhuma brecha para eu falar aqui. rs… Q pena q vou tem q esperar 2 semanas para ouvir. Tinha q sair na semana q vem.
    Grande Abraço a tds


  6. A editora escala lançou a um tempo atras uma coleção em HQ sobre fatos historicos chamada "Historia Mundial em Quadrinhos" aonde são abordados temas historicos e até mesmo filosoficos (Renata Gabriel), o intuito da HQ é didatico, porem não deixa de divertir e trazer bons desenhos fora o conteudo. Assim como o HISTORICA faz conosco.
    Saiu ou esta saindo 12 volumes com 48 paginas cada e vão contar a historia de: A Inconfidência Mineira; A Independência do Brasil; A Revolta de Canudos; A Guerra dos Farrapos; A Revolução Francesa; A Revolução Russa; A Primeira Guerra Mundial; A Fundação de Israel. As restantes adaptam em quadrinhos obras clássicas da área da filosofia: O Elogio da Loucura; Utopia; O Príncipe; Cândido.

    Sempre vejo aqui os ouvintes dizento que aprendeu muito mais atraves do podcast, do que na epoca de escola, que a informação é passada de maneira facil e leve e graças a sabrin… a equipe historica com muito bom humor, mesmo não sendo este o foco. E eu como NERD e leitor xiita de quadrinhos, e fiz dessa ferramenta (HQ) uma outra forma de aprender. Os quadrinhos, mesmos os de herois, é cercado de informações e detalhes da cultura e da historia a qual esta inserido, que para o bom leitor, é uma ferramenta de aprendizado. E recentemente em um dos meus estagios da psicologia (curso que faço), eu estou usando as HQ como ponte de comunicação com meu infanto paciente, assim, estou conseguindo com muito sucesso alcançar o meu objetivo e ajudar o meu paciente. Esta na hora das escolas verem o potencial, e algumas ja viram, dos quadrinhos e tambem agora dos podcasts. Bom, eu acho que viajei demais….e que eu precisava compartilhar…

    Um grande abraço.


  7. Juliozales

    Hummm…então o Iluminismo é basicamente buscar conhecimento (e usar claro). Pelo visto, o e.t. Bilu já esteve aqui em outras épocas.

    Como a história vive se repetindo, já passou da hora de um Robespierre da vida, entrar no congresso brasileiro e falar:

    [efeito de voz on]

    - Os ricos também tem que pagar impostos !!

    [efeito de voz off]

    Sem querer polemizar, eu sei que não é tão simples assim! :)


  8. eeebbaaa! Queria muito esse assunto! E melhor, é apenas a parte I, então vou ouvir já ansiosa pela II, III …
    Vcs estão SEMPRE no meu ipod!!
    Abs


  9. Onda foi o flashback e a tradução do comentário relâmpago de Professor.
    Eu padeço do mesmo mal que ele :P


  10. Acho interessante como as estruturas das sociedades mudaram pouco do início dos tempos para cá. Sim, tinhamos o feudalismo (que é basicamente oque acontece nas empresas hoje em dia), tinhamos a escravidão (que também acontece hoje com pessoas que ganham um salário mínimo, ou seja ela recebe somente oque PRECISA para viver, como o nome já diz, O MÍNIMO).
    "O credito é o pão e circo 3.0" é exatamente isso oque eu penso. Oque eu nunca entendi é porque é tão interessante estar la em cima manipulando tudo e todos, a quem isso beneficia? Desdo inicio todas as guerras e revoluções se deram por apenas um motivo básico, poder, todos querem mandar, muito legal a historia da revolução francesa, os princípios implementados por ele, mas a população foi movida apenas por não estarem em boas condições (oque também acontece hoje, porém a população hoje tem o credito, e outros dispositivos para nos tornar zumbis e não virarmos revoltosos), posso estar enganado, mas não existiu nenhuma revolução movida por quem estava no poder com intuito de balancear a situação e deixar as coisas mais justas.

    No mais, episódio excelente como sempre, estou e o mini quadro "entendendo o professor" ficou muito bom.
    P.S: Pena que não começaram a implementar a ideia que enviei no episódio passado ainda.

    abraço aos amigos casters.


  11. Salve, historiadores.

    Então o Professor é meio que um "BlueHand" do Histórica? =D

    Renata tá mandando bem aqui nos comentários, seria dela a voz misteriosa?

    Abração.


  12. FredRamone

    Caras… hoje (9 de dezembro) mandei o iTunes atualizar o podcast e não veio esse episódio.


  13. Só pra dizer que foi uma ótima companhia durante as compras… Nem percebi que enchi o carrinho enquanto ouvia sobre a revolução Francesa.. rs


  14. [...] 017 do podcast Visão Histórica: Revolução Francesa (Parte I). Se você ainda não o ouviu, clique aqui e fique por dentro de tudo para ter a plena compreensão dos assuntos aqui [...]


  15. Mais uma vez vi que meu comentario não apareceu, acho q foi diretamente para a caixa de spam novamente!


  16. [...] é a segunda parte sobre a Revolução Francesa. Para compreender o conteúdo, ouça antes o Visão Histórica 017 – Revolução Francesa, que é a primeira [...]


  17. Dubari

    Renatinha adorei a sua voz na abertura…
    Fantastico podcast.
    Abraço


  18. Ahá! Só para constar eu que ouvi este episódio e não morri no ônibus =D


  19. [...] comemorar o centenário da Revolução Francesa – a qual você pode saber mais ouvindo o Podcast Visão Histórica 017 – e para isso resolveu promover um concurso de design, onde o vencedor teria seu projeto [...]


  20. Muito bom o podcast,humor didático e a linguagem que vocês usam é excelente.Como foi o primeiro podcast que eu ouvi, fiquei esperando pra ver o que vinha depois da musiquinha… que merda vc continuarem falando da fimose …kkkk Tive que xingar %$#@&*¨#)
    Mas não vai ser por causa disso que eu vou deixar de ouvir…


  21. [...] Visão Histórica 017 – Revolução Francesa – Parte I Visão Histórica 017 – Revolução Francesa – Parte II [...]


  22. [...] saber tudo sobre Maximilien de Robespierre? Ouça o Visão Histórica sobre a Revolução Francesa (São 2 [...]


  23. [...] saber o que aconteceu na França quando o rei mudou a capital de Paris para Marselha? Ouça o Visão Histórica 017: Revolução Francesa – Parte 1 e Visão Histórica 018: Revolução Francesa – Parte [...]


  24. O assunto é extenso e tive que ouvir mais uma porção de vezes… mas pera lá, sério, “não houve peste”? Isso é sério? Não houve peste nenhuma na europa? Aquela coisa da peste bubônica e pilhas e pilhas de corpos? Era tudo fruto de pura miséria e superpopulação(e claro, doenças, mas também miséria)?? o.O

    Porra, essa eu não sabia. Muito bom!


  25. Benedito

    onde podia eu encontrar o conteúdo deste podcast?
    Obrigado


  26. Amanda Martins

    Gente adorei como voces explicaram a Revolução francesa, pois ficar lendo é muito cansativo e as vezes cabamos nos perdendo na leitura, eu preciso fazer um seminario sobre o assunto, e me ajudou mtmtm to com tudo na ponta da lingua ;p
    parabéns galera !


  27. Jose Rosa da Silva Junior

    Senhores,

    Este que vos fala veio seco atrás da tirinha do Calvin, eeeeeee…


  28. mauro

    bem melhor que as aulas do cursinho ;p



Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>